Presidente da Academia Brasileira de Filologia, Antônio Martins, fala sobre o acordo
“Para evitar toda essa polêmica e as famigeradas exceções, que alimentam a dúvida na cabeça dos usuários da Língua, porque não se acaba logo com o hífen, por exemplo, como foi feito na Alemanha?”
In Folha Dirigida de 19 a 25 de maio de 2009, capa do Caderno de Educação, edição Rio de Janeiro.
Gessica, há quem defenda a eliminação do hífen, como fez o alemão. No latim não havia hífen e não fazia falta.
acho que o hifem e´importante em algumas palavras, porque que ‘e preciso mais em outra nao.