Presidente da Academia Brasileira de Filologia, Antônio Martins, fala sobre o acordo

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“Para evitar toda essa polêmica e as famigeradas exceções, que alimentam a dúvida na cabeça dos usuários da Língua, porque não se acaba logo com o hífen, por exemplo, como foi feito na Alemanha?”

In Folha Dirigida de 19 a 25 de maio de 2009, capa do Caderno de Educação, edição Rio de Janeiro.

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2 Opiniões para

“Presidente da Academia Brasileira de Filologia, Antônio Martins, fala sobre o acordo”

  1. Em 11/05/2010 às 12:54 ernani Disse:

    Gessica, há quem defenda a eliminação do hífen, como fez o alemão. No latim não havia hífen e não fazia falta.

  2. Em 10/04/2010 às 13:26 gesssica dos santos silva Disse:

    acho que o hifem e´importante em algumas palavras, porque que ‘e preciso mais em outra nao.

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