Lançamento Oficial - Fotos
Parlamentares do Senado Federal e funcionários, além do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, foram convidados e aderiram, na tarde desta quarta-feira, dia 11 de março, ao Manifesto Acordar Melhor. Idealizado pelo professor de Língua Portuguesa Ernani Pimentel, o movimento reuniu estudantes que colheram mais de 5 mil assinaturas.
Manifesto Acordar Melhor tem lançamento oficial no Senado
No blog www.acordarmelhor.com.br, conheça o manifesto, dê o seu apoio e divulgue.



Deputado Carlos Giannazi assina manifesto "Acordar Melhor Enquanto Há Tempo", que propõe uma série de reflexões sobre o novo acordo ortográfico.O escritor e assessor parlamentar, Edson Gabriel Garcia, adere ao movimento "Acordar Melhor".

O escritor e assessor parlamentar, Edson Gabriel Garcia, adere ao movimento "Acordar Melhor".

Deputado Cássio Castro Navarro assina manifesto, ladeado pelo professor Ernani Pimentel.

O jornalista Antonio Cassimiro, assessor de imprensa do Deputado Cássio Navarro, apoia movimento lançado pelo Professor Ernani Pimentel, no Congresso Nacional, em março deste ano.

Luiz Flávio Lima, empreendedor social da rede Artemísia adere ao movimento que pretende fazer avançar aspectos do novo acordo ortográfico da Lìngua Portuguesa.

Edson Silva, empreendedor social e editor da revista Menisqüencia (com trema), também adere ao movimento "Acordar Melhor Enquanto Há Tempo".

Deputado Federal Rogério Lisboa, RJ, assinando o manifesto.

Carlos Alberto Ribeiro de Xavier, assessor especial do Ministro da Educação, assina o manifesto.

Prof. Alexandre Crispe Silveira, diretor do Alub, assina o manifesto.

Paulo Castelo Branco, escritor e advogado, apoia o Acordar Melhor.

Jornalista Carlos Chagas assina o manifesto.

Ministro do STJ Humberto Gomes de Barros após assinar o manifesto.

Procurador Geral de Justiça do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, Dr. Leonardo Bandarra, após assinar o manifesto.

Jornalista da Maurício Azêdo, Presidente da ABI - Associação Brasileira de Imprensa, aderindo ao manifesto Acordar Melhor.

Jornalista Adolfo Martins, Presidente do Grupo Folha Dirigida, assinando o manifesto.

Angela Rehen, Diretora de Relações Governamentais da Editora Abril, aderindo ao manifesto Acordar Melhor.

José Luis da Silva Valente, Secretário de Estado de Educação do Distrito Federal, apoia o manifesto.

Rubens Martins, Subsecretário de Gestão Pedagógica e Inclusão Educacional da Secretaria de Educação do Distrito Federal, assina o manifesto.

Chico Leite, Deputado Distrital, aderindo ao manifesto Acordar Melhor.
Entendo que este novo acordo deve ser revogado, pois, além de empobrecer a língua com a ausência do trema e reinserir as consoantes K, W e Y, inexistentes na esmagadora maioria das palavras, o referido confunde os estudantes, tanto os novos quanto, principalmente, os antigos, que já usam a antiga regra há muito tempo e não mais dispõem de tempo e paciência para aprender o Novo Acordo Lingüístico. Além disso, as novas regras criam uma maneira “correta” de escrever errado e afetam a nossa memória visual, já adaptada à leitura das palavras conforme a regra antiga.
Outra coisa: o Brasil está sozinho, pois nenhum dos outros países, apesar de signatários, utilizam a nova reforma… Sem falar que, em Portugal, o povo está “revoltado”, posto que o Brasil quer impor uma mudança à nação que originou a língua.
Se ela tinha a intenção de acabar com as diferenças, e essas diferenças ainda persistem, por que não voltar à que estava vigente? Afinal, diferenças por diferenças, a anterior prejudica bem menos e já estamos acostumados a ela!
Sou totalmente contra o acordo, pois não utilizo nenhuma das regras. Continuo usando o trema e o hifen à moda antiga… pois me dói na vista ver palavras como “CINQUENTA”, “LINGUIÇA”, “ASSEMBLEIA”, “ENJOO”, “VOO” e outras discrepâncias. Já pensou, os alunos novos, que estão começando a aprender a língua, dizendo “CINKENTA”?… Ninguém merece…
Que esta reforma esdrúxula e repleta de anomalias seja revogada!!!
Uma basbaquice a necessidade de diplioma de nível superior em tantos cargos públicos -agora virou moda- , Está-se acabando com a essencia dos concursos, como que uma pessoa de classe desfavorecida pode fazer uma faculdade se não consegue sequer prover seu sustento?
Deveria ser necessário diploma para ser prefeito, deputado, senador, presidente…
p.s. Não acho necessário diploma para ser político, foi só para efeito especulativo.
HerrA é Umano…
Fazer o quê? O acordo está aí, agora o que nos resta é adaptar-nos a ele, e protestar pela ignorância dos que o assinaram…
O Pres. Lula assinou o decreto, certo?
Perguntemos a ele o que ele sabe dele. Ou melhor, podemos perguntar o que ele sabe da ortografia como um todo.
Acho que o vitória de Lula é um marco na democracia, mas um desastre na vida política, e agora ortográfica, dos brasileiros.